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Contrato para 8 novos leitos para covid-19 deve ser assinado hoje pelo prefeito

Contrato para 8 novos leitos para covid-19 deve ser assinado hoje pelo prefeitoEm entrevista ao programa De Olho na Cidade, na tarde desta segunda (06), o prefeito Colbert Martins Filho afirmou que está nos últimos ajustes para ampliar em 80% os leitos exclusivos para casos graves da covid-19 em Feira de Santana.
“Estou contratando mais 8 leitos, aguardando apenas para assinar o contrato. Veja a questão do Cleriston II, não abriu. São 40 leitos novos, com as dificuldades de lá, espero que se resolvam logo, pois é o segundo adiamento, O problema aqui para a contratação de novos leitos é o pessoal, no Hospital de campanha, temos os médicos, enfermeiros, auxiliares, é uma infraestrutura muito grande. Vamos ampliar em 80% e aguardar o Clériston. Neste momento o que temos de dificuldade é de UTI, temos leitos abertos para covid e várias outras doenças, infarto, insuficiências”, disse.
O prefeito ainda disse que não existe problema com recursos, mas de disponibilidade de equipamentos. “inclusive a prefeitura está entrando com 3 ou 4 respiradores, a questão não é só ter equipamento, mas o pessoal técnico para operá-los. Para outras questões específicas, no InCardio por exemplo, tem vagas. Feira hoje tem a mesma quantidade de leitos que o Estado colocou em Barreiras, vamos fazer a nossa parte, vamos ampliar já e esperar que o Estado amplie e que não feche a lá já existente”, afirmou.
Colbert ainda demonstrou preocupação com a aglomeração de pessoas no centro da cidade e disse que não considera a falta de leitos de UTI para covid-19 como um colapso no sistema de saúde.  “As pessoas estão aglomerando nas ruas, nos pontos de ônibus, vi a responsabilidade do shopping, os cuidados e reconheço. Ontem foi apenas 46% de isolamento social em Feira, dados das operadoras. Todo mundo se mexendo, em razão disso, com todo o respeito à área de serviços, vamos fazer uma restrição num momento em que não temos leitos o suficiente. Aconteceu uma completa ocupação, não foi um colapso, quando se fala de covid, chegamos a um estado muito crítico, o que precisamos é realmente aumentar o número de vagas”, concluiu.

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